

Em um serviço de diagnóstico por imagem, realizar o exame é apenas uma parte da jornada. Depois de uma tomografia, ressonância ou radiografia, a imagem precisa chegar ao especialista certo, ser analisada, gerar um laudo e retornar ao atendimento com agilidade e segurança.
Quando esse caminho depende de sistemas separados, surgem gargalos: informações precisam ser localizadas, dados podem ser digitados novamente e equipes passam a acompanhar exames por processos manuais. É nesse contexto que a telerradiologia ganha espaço, ao permitir que médicos radiologistas analisem exames a distância.
Mas transmitir imagens não resolve toda a operação. Para que a telerradiologia funcione de forma eficiente, é preciso conectar paciente, solicitação, exame, imagem, laudo e prontuário. É nessa integração que um sistema de gestão hospitalar, como o Datasigh Web, passa a ter papel estratégico.

A telerradiologia é uma especialidade da radiologia que permite a interpretação de exames de imagem (como raio-X, tomografia e ressonância magnética) à distância, por meio do envio de arquivos digitais em plataformas na nuvem e emissão de laudos com assinatura digital padrão ICP-Brasil.
Esse modelo responde a um problema real de demanda por agilidade e plantão 24h. Além disso, o envelhecimento da população e a maior solicitação de exames sobrecarregam as equipes locais, tornando o suporte remoto essencial para dar vazão à demanda.
Uma possível escassez de especialistas em determinadas regiões também pode ser amenizada pela telerradiologia. A Demografia Médica no Brasil 2023 registrou 16.899 registros de especialistas em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, correspondentes a 14.480 médicos titulados. Do total, 51,7% estavam no Sudeste e 57,8% nas capitais, enquanto a região Norte concentrava apenas 3,6%.
Isso significa que a telerradiologia permite ampliar a capacidade do serviço sem exigir a presença física do especialista em cada unidade.
O fluxo de diagnóstico por imagem começa antes da aquisição da imagem. Há agendamento, cadastro, solicitação médica e atendimento. Depois, o resultado precisa retornar ao prontuário, chegar ao profissional responsável e, em muitos casos, ser disponibilizado ao paciente.
Muitas instituições ainda utilizam softwares antigos que funcionam de forma isolada. Integrar o sistema da radiologia (RIS/PACS) com o sistema de gestão do hospital (HIS) ou com o Prontuário Eletrônico (PEP) exige comunicação direta, correta e segura.
A solução está em adotar um sistema de gestão hospitalar baseado em padrões abertos de comunicação em saúde. Os principais são o DICOM (para imagens), o HL7 e o FHIR (padrão moderno para troca de dados clínicos).
Portanto, integrar laudos entre diferentes setores é um dos maiores desafios operacionais e tecnológicos dentro de hospitais e clínicas de medicina diagnóstica. A capacidade de diferentes sistemas, aplicativos, dispositivos ou organizações trocarem e utilizarem dados de forma automática, segura e sem a necessidade de intervenção humana é uma das vantagens do Datasigh Web.
A plataforma de gestão hospitalar conta com recursos de prontuário eletrônico, RIS, PACS, gestão hospitalar e funcionalidades ligadas ao padrão DICOM, contribuindo para conectar informações clínicas e processos assistenciais em um mesmo ambiente de gestão.

Na rotina radiológica, o trabalho envolve muito mais do que realizar exames e emitir laudos. É preciso organizar solicitações, confirmar os dados dos pacientes, orientar a execução dos procedimentos, armazenar imagens e garantir que os resultados cheguem aos profissionais responsáveis.
Quando essas etapas dependem de sistemas desconectados ou de registros manuais, o fluxo de trabalho pode ficar mais lento e sujeito a falhas de informação. A integração entre RIS, PACS e DICOM ajuda a conectar essas atividades:
Quando essas tecnologias estão integradas ao prontuário eletrônico e ao sistema de gestão hospitalar, as informações podem acompanhar o exame desde a solicitação até a disponibilização do resultado.

Ao escolher tecnologia para uma operação de telerradiologia, não basta avaliar a capacidade de visualizar imagens e emitir laudos. É importante observar se o sistema conecta o diagnóstico por imagem ao restante da instituição, acompanha o crescimento da operação e mantém a segurança das informações ao longo da jornada assistencial.
Alguns pontos merecem atenção:
Esses critérios ajudam a diferenciar uma ferramenta isolada de uma plataforma capaz de sustentar a operação do diagnóstico por imagem de forma integrada.
Imagens médicas e laudos contêm dados de saúde e exigem cuidados com privacidade, controle de acesso e rastreabilidade. Por isso, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) classifica informações de saúde como dados pessoais sensíveis, que exigem proteção específica contra acessos indevidos e usos inadequados.
Do mesmo modo, as normas do Conselho Federal de Medicina para telerradiologia estabelecem requisitos para a emissão de laudos a distância, incluindo responsabilidades éticas e profissionais. O médico emissor deve atender às exigências de qualificação em Radiologia e Diagnóstico por Imagem e de registro profissional previstas na regulamentação aplicável.
Na rotina, a transmissão de imagens deve incluir os dados clínicos essenciais fornecidos pelo médico solicitante. A instituição também precisa manter a identificação correta dos pacientes e controlar o acesso às informações.
Por isso, ao escolher um sistema de gestão para centros de diagnóstico por imagem, avalie como ele conecta os processos clínicos e administrativos da instituição. O ERP hospitalar Datasigh Web oferece recursos para integrar a gestão de hospitais, clínicas e centros de diagnóstico por imagem, com funcionalidades como:
Esses recursos ajudam a alinhar registros assistenciais e administrativos, identificar inconsistências, mitigar glosas e otimizar o ciclo de receita. Além disso, a plataforma digital também atende a requisitos relacionados à LGPD, ao Manual NGS2 do CFM e tem registro na Anvisa.
Converse com um consultor Datasigh. Peça uma demonstração gratuita personalizada para sua instituição de saúde. Conheça os recursos da plataforma e avalie como a integração entre PACS, RIS e prontuário eletrônico pode se adaptar à rotina da sua equipe.
Datasigh
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A Datasigh é uma healthtech brasileira, sediada em Vitória (ES), especializada em soluções de tecnologia para a gestão da saúde. Há mais de 25 anos no mercado, oferece o Datasigh Web, um Sistema de Gestão Hospitalar que integra processos clínicos, administrativos e financeiros em uma única plataforma.
É uma solução tecnológica que integra processos clínicos, administrativos e financeiros de uma instituição de saúde. Um HIS (Hospital Information System) pode reunir prontuário eletrônico, atendimento, internação, diagnóstico, farmácia, estoque, faturamento, financeiro e indicadores.
O HIS (Hospital Information System) é voltado à integração dos processos e informações hospitalares. O ERP hospitalar concentra principalmente processos administrativos, financeiros e de gestão. Uma plataforma completa pode reunir características dos dois.
Não necessariamente. O prontuário eletrônico hospitalar é essencial para organizar as informações clínicas, mas a gestão hospitalar envolve também atendimento, internação, diagnóstico, estoque, farmácia, faturamento, financeiro, leitos e indicadores. A integração entre essas áreas é o que amplia o alcance da tecnologia.
É importante avaliar integração entre módulos, segurança, LGPD, interoperabilidade, infraestrutura, escalabilidade, usabilidade, implantação, suporte e capacidade de gerar indicadores para a gestão.
O Datasigh Web é apresentado pela empresa como uma plataforma de gestão para clínicas e hospitais que integra ERP hospitalar, prontuário eletrônico hospitalar e sistemas do ecossistema de saúde em um ambiente 100% web.