Segurança do paciente: como reduzir falhas no atendimento

ambiente hospitalar moderno, com estética hiper-realista e predominância de tons frios azulados. Em primeiro plano, uma médica de jaleco branco trabalha diante de dois monitores, enquanto ao fundo aparecem profissionais de saúde acompanhando um paciente internado.

O Dia Mundial da Segurança do Paciente, celebrado em setembro, reforça um desafio permanente da assistência à saúde: reduzir riscos e evitar danos durante o atendimento. Para hospitais e clínicas, a data também traz uma reflexão para a gestão: como processos organizados, informações de qualidade e integração entre setores podem contribuir para a segurança do paciente?

A jornada do paciente dentro da instituição de saúde envolve diferentes profissionais e áreas, que precisam trabalhar com informações completas, acessíveis e atualizadas. Quando esses dados estão fragmentados, resultados de exames podem demorar a ser localizados, registros podem ficar incompletos e informações importantes podem não chegar à equipe responsável pela continuidade do cuidado.

Para o gestor, portanto, o desafio não é apenas digitalizar processos, mas usar a tecnologia para tornar a jornada do paciente mais integrada, rastreável e segura. Organizar dados, integrar setores, aplicar protocolos e emitir alertas são recursos que podem apoiar esse trabalho.

Uma informação importante que não está registrada ou não chega ao próximo plantonista pode criar riscos evitáveis. A OMS estima que 1 em cada 10 pacientes sofra danos durante a assistência à saúde. Mas onde as falhas acontecem? 

Informação truncada eleva riscos no atendimento médico

enfermeira preparando medicamentos para dar a um paciente deitado na maca na uti do hospital

A informação truncada, ou seja, a comunicação incompleta, fragmentada ou distorcida de dados clínicos, pode aumentar o risco de erros médicos e eventos adversos. Em serviços de saúde cada vez mais complexos, o atendimento seguro exige conhecimento técnico, protocolos bem definidos e profissionais preparados. 

Além disso, depende da qualidade das informações sobre o paciente durante todo o processo de atendimento hospitalar ou clínico. Quando esses dados não são transmitidos de forma clara, a segurança do paciente fica comprometida. 

Principais riscos da comunicação fragmentada

  • Erros de medicação: dose incorreta, omissão de fármacos essenciais ou administração de substâncias que podem causar alergia devido à falta de registro claro.
  • Atraso no diagnóstico: sintomas mal reportados ou exames cujos resultados não foram devidamente compartilhados podem atrasar o início do tratamento correto.
  • Procedimentos incorretos: falhas na marcação de exames ou na identificação da lateralidade (lado correto do corpo) em cirurgias.
  • Descontinuidade do cuidado: informações perdidas durante a passagem de plantão de uma equipe para outra.

A jornada do paciente envolve diferentes profissionais e setores, como recepção, enfermagem, equipe médica, laboratório, diagnóstico por imagem e farmácia. Por isso, as trocas de informação são momentos críticos.

Na troca de plantão, detalhes sobre a evolução do paciente podem ser esquecidos. O mesmo pode ocorrer na transferência de setor, como na mudança da UTI para o quarto ou do pronto-socorro para o centro cirúrgico.

A alta hospitalar também exige informações claras e acessíveis. Quando dados importantes estão espalhados em documentos, sistemas e controles paralelos, a continuidade do tratamento pode não chegar adequadamente ao paciente ou à família.

O problema nem sempre está na falta de atenção dos profissionais, mas no próprio processo. Organizar as informações e facilitar seu acesso é fundamental para reduzir falhas no atendimento e fortalecer a segurança do paciente.

Alertas são segunda camada de segurança

profissional de saúde visivelmente exausta, sentada diante de um computador em um ambiente hospitalar. Ela está com os olhos fechados e leva a mão ao rosto, transmitindo cansaço mental, sobrecarga e tensão

Outro ponto importante são os alertas clínicos. Em uma rotina marcada por grande volume de informações e decisões, os sistemas podem ajudar a identificar situações que merecem atenção, como interações medicamentosas ou riscos previamente registrados.

Uma publicação da Revista Latino-Americana de Enfermagem analisou receitas digitais e identificou uma redução significativa de fatores que influenciam erros de medicação quando o receituário eletrônico é utilizado. Em prescrições manuais, o estudo identificou letras ilegíveis e até falta de informações para o uso seguro de medicamentos.

A tecnologia não substitui a atenção do profissional, mas pode criar uma segunda camada de segurança. A própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)  recomenda a análise das prescrições antes da dispensação, justamente para evitar que possíveis erros de prescrição avancem para as etapas seguintes do processo de medicação.

Em um sistema de gestão hospitalar e clínica robusto, como o ERP Datasigh Web, o prontuário eletrônico do paciente (PEP) centraliza informações e conecta diferentes etapas do atendimento. Dados e protocolos de alertas acompanham o paciente ao longo da jornada. Isso facilita o acesso às informações e apoia decisões médicas seguras.

Para a Datasigh, healthtech brasileira desenvolvedora do sistema Datasigh Web, a segurança do paciente também passa pela integração desses recursos. Isso mostra como a inteligência tecnológica cria uma camada extra de proteção no atendimento hospitalar e clínico.

Protocolos de segurança do paciente

Enfermeira acompanha paciente idoso com andador em hospital, em ação de prevenção de quedas e segurança do paciente.

Os protocolos de segurança do paciente orientam hospitais e clínicas na prevenção de erros e eventos adversos. No Brasil, as diretrizes do Ministério da Saúde e da Anvisa estabelecem práticas voltadas à identificação correta, higiene das mãos, segurança na medicação, cirurgia segura, prevenção de quedas e prevenção de lesões por pressão.

  • Identificação correta: utiliza informações como nome completo e data de nascimento para confirmar a identidade do paciente e garantir que o cuidado seja direcionado à pessoa certa.
  • Higiene das mãos: estabelece práticas para a higienização adequada das mãos e ajuda a reduzir o risco de infecções relacionadas à assistência.
  • Segurança na medicação: organiza etapas de prescrição, preparo e administração de medicamentos, com atenção especial aos medicamentos de alta vigilância.
  • Cirurgia segura: utiliza checklists e procedimentos de confirmação para reduzir riscos e garantir que a intervenção seja realizada no paciente e no local corretos.
  • Prevenção de quedas: identifica pacientes com maior risco e orienta medidas de proteção durante a permanência na instituição.
  • Prevenção de lesão por pressão: estabelece cuidados para proteger a pele de pacientes acamados ou com mobilidade reduzida.

O objetivo não é engessar o atendimento, mas padronizar etapas críticas e reduzir a dependência de controles individuais. Para isso, a tecnologia pode apoiar a aplicação desses protocolos no próprio fluxo de trabalho.

Por isso, recursos como protocolos clínicos personalizados, alertas, histórico estruturado e prescrição digital presentes no sistema Datasigh Web ajudam a organizar informações e orientar processos. A integração com sistemas como RIS e PACS também amplia o acesso controlado aos dados do paciente.

Como melhorar a segurança do paciente

fazendo o controle do medicamento na dispensação da farmácia usando leitura de código de barras para registrar e validar etapas

A tecnologia destinada ao setor de saúde, especialmente para instituições médicas, deve fazer parte de diferentes etapas da gestão proativa de riscos na segurança do paciente. Mais do que registrar o que aconteceu, ela precisa atuar como uma infraestrutura de prevenção, integrada ao fluxo de trabalho diário.

1. Diagnóstico e planejamento

A instituição deve estruturar o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) e mapear os principais riscos dos processos, como erros de prescrição ou falhas na dispensação de medicamentos.

Como a Datasigh apoia: o sistema centraliza informações e fluxos clínicos e administrativos, oferecendo à gestão uma visão mais organizada do cenário e dos pontos que precisam de intervenção.

2. Padronização e prontuário eletrônico

Processos críticos precisam de regras claras. Na prescrição, por exemplo, a digitalização reduz problemas relacionados à ilegibilidade e permite incorporar recursos de apoio à decisão.

Como a Datasigh apoia: o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é integrado ao ERP hospitalar e conta com prescrição médica digital e ferramentas de apoio à decisão clínica, incluindo alertas sobre interações medicamentosas.

3. Rastreabilidade na farmácia

O controle do medicamento precisa acompanhar seu percurso até o paciente. A identificação correta ajuda a reduzir falhas na dispensação e administração.

Como a Datasigh apoia: a plataforma integra a farmácia ao fluxo assistencial e utiliza leitura de código de barras para registrar e validar etapas, além de permitir o controle de lotes e prazos de validade.

4. Interoperabilidade e comunicação

A continuidade do cuidado depende de informações que cheguem às equipes no momento adequado. Por isso, médicos, enfermeiros, farmacêuticos e outros profissionais precisam compartilhar dados de forma integrada.

Como a Datasigh apoia: o Datasigh Web integra informações clínicas e administrativas e conecta diferentes áreas da instituição, reduzindo a dependência de registros e comunicações paralelas.

5. Monitoramento por indicadores

Depois de implementar os protocolos, a instituição precisa acompanhar os resultados. Indicadores ajudam o Núcleo de Segurança do Paciente a identificar falhas, avaliar barreiras e orientar melhorias.

Como a Datasigh apoia: a plataforma reúne dados e indicadores que permitem acompanhar os processos e transformar informações operacionais em subsídios para a gestão e a melhoria contínua.

Em suma, a tecnologia não substitui protocolos, profissionais ou decisões clínicas. Ela estrutura os processos, conecta informações e cria mecanismos de apoio para que a segurança faça parte da rotina assistencial. 

Fale com um especialista Datasigh, solicite uma demonstração gratuita personalizada e veja o sistema em ação. 


Datasigh

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Perguntas Frequentes sobre o Datasigh Web

1. O que é a Datasigh?
A Datasigh é uma empresa nacional de tecnologia, com sede em Vitória/ES, especializada em soluções para a gestão da saúde. O Datasigh Web é uma plataforma 100% digital que reúne recursos de ERP hospitalar, prontuário eletrônico e gestão assistencial, conectando áreas como atendimento, estoque, faturamento, financeiro e indicadores.

2. O Datasigh Web é confiável?
Sim. O Datasigh Web foi desenvolvido para apoiar a gestão de hospitais e clínicas, integrando informações assistenciais, administrativas e financeiras em uma única plataforma. A solução também conta com recursos voltados à segurança e à organização dos dados, ajudando as instituições a manterem processos mais estruturados e decisões baseadas em informações confiáveis.

3. O que dizem os usuários do Datasigh Web?
A experiência dos usuários está relacionada principalmente à possibilidade de integrar processos, centralizar informações e acompanhar indicadores da operação. Para hospitais e clínicas, essa integração pode facilitar a rotina dos gestores, reduzir controles paralelos e ampliar a visibilidade sobre áreas como atendimento, estoque, faturamento e financeiro. Para conhecer a experiência de outras instituições, consulte os depoimentos e cases apresentados pela Datasigh.

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