

Encontrar o código correto na Tabela TUSS para exames como ecocardiograma e eletrocardiograma ainda é um desafio para muitas clínicas e centros de diagnóstico. Erros de cadastro, divergências de informações, glosas, retrabalho e atrasos no faturamento impactam diretamente a produtividade das equipes e a saúde financeira da operação.
A área médica exige cada vez mais agilidade e precisão, contar apenas com processos manuais pode aumentar os riscos e comprometer os resultados. Neste artigo, você vai entender como funciona a TUSS, conhecer os códigos mais utilizados em cardiologia e descobrir como a integração de sistemas pode tornar o trabalho médico e administrativo mais eficiente, seguro e rentável.

A Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS) foi criada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para padronizar a comunicação entre prestadores de serviços de saúde e operadoras.
A tabela reúne códigos utilizados para identificar procedimentos médicos, exames, materiais, medicamentos e demais eventos assistenciais, garantindo uniformidade no faturamento e na troca de informações.
Na prática, a TUSS permite que clínicas, hospitais e operadoras falem a mesma linguagem, reduzindo divergências e inconsistências nos processos de cobrança.
A tabela TUSS é utilizada para:

O ecocardiograma é um dos principais exames utilizados no diagnóstico e acompanhamento de doenças cardiovasculares. Embora o Ministério da Saúde não divulgue um número consolidado de procedimentos realizados anualmente, estima-se que milhões de ecocardiogramas sejam feitos todos os anos nas redes pública e privada.
A relevância do exame está diretamente relacionada ao impacto das doenças cardiovasculares no país, responsáveis por cerca de 400 mil mortes todos os anos e consideradas a principal causa de óbito no país.
Os códigos TUSS para ecocardiograma variam conforme a modalidade realizada, incluindo:
A correta identificação do código TUSS é fundamental para garantir o faturamento adequado do procedimento, evitar inconsistências junto às operadoras de saúde e reduzir o risco de glosas.
Como a Terminologia Unificada da Saúde Suplementar passa por atualizações periódicas, clínicas e centros de diagnóstico devem consultar regularmente a tabela TUSS vigente para assegurar que os procedimentos estejam cadastrados de acordo com as normas da ANS.
Além da atualização dos códigos, a integração entre os sistemas de atendimento, laudos, faturamento e convênios contribui para reduzir erros operacionais, agilizar processos e aumentar a eficiência da gestão dos exames cardiológicos.

O eletrocardiograma (ECG) é um exame rápido, não invasivo e amplamente utilizado para avaliar a atividade elétrica do coração. Ele auxilia no diagnóstico de arritmias, alterações na condução elétrica cardíaca, isquemias e outras condições cardiovasculares.
Por sua alta demanda, o código TUSS do eletrocardiograma convencional de repouso integra o grupo de métodos diagnósticos eletrofisiológicos e funcionais da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Entretanto, existem diferentes códigos para exames relacionados à monitorização e avaliação da atividade elétrica cardíaca, conforme a técnica utilizada.
Entre os principais procedimentos estão:
Assim como ocorre com o ecocardiograma, a correta identificação do código TUSS e o preenchimento adequado das guias TISS são fundamentais para evitar inconsistências administrativas, reduzir glosas e garantir maior agilidade no recebimento junto às operadoras de saúde.
Além disso, a integração entre sistemas de atendimento, prontuário, autorização e faturamento contribui para minimizar erros de lançamento, automatizar processos e aumentar a segurança das informações utilizadas durante o ciclo de receita da clínica.

Os erros na Tabela TUSS (Terminologia Unificada da Saúde Suplementar) estão entre as principais causas de glosas administrativas em clínicas, hospitais e centros de diagnóstico. Isso acontece porque o faturamento junto às operadoras de saúde depende da correta identificação dos procedimentos realizados e do envio das informações por meio do padrão TISS.
Os sistemas das operadoras realizam validações automáticas entre os dados enviados pela instituição de saúde e as regras de faturamento vigentes. Quando existe qualquer inconsistência, o pagamento pode ser negado total ou parcialmente, gerando retrabalho para a equipe e impactando o fluxo de caixa da organização.
Entre os erros mais comuns estão:
O problema fica ainda maior em instituições de saúde com grande volume de exames. Por isso, muitas clínicas especializadas e centros de diagnóstico por imagem têm investido na integração entre sistemas e setores para reduzir erros manuais e acelerar o ciclo de receita da gestão financeira.

A automação na gestão de exames cardiológicos é amplamente utilizada e transforma a rotina de clínicas, hospitais e operadoras de saúde. A cardiologia lida com exames complexos, como eletrocardiograma (ECG), Holter, MAPA, teste ergométrico e ecocardiograma, que geram grandes volumes de dados e dependem da emissão rápida de laudos especializados.
Para isso, clínicas de diagnóstico por imagem e centros especializados em cardiologia precisam integrar etapas do atendimento:
| Agilidade | Segurança | Economia |
| Laudos de ECG que antes demoravam dias podem ser emitidos em minutos ou poucas horas. | Menor risco de troca de exames entre pacientes e armazenamento seguro das informações, em conformidade com a LGPD. | Redução dos custos com papel, impressão e armazenamento físico de documentos e exames. |

O sistema Datasigh Web é uma plataforma integrada de gestão hospitalar e de clínicas (HIS/ERP), 100% em nuvem, que apoia a gestão do faturamento médico e dos processos relacionados às tabelas TISS e TUSS.
Em clínicas de diagnóstico por imagem, o ERP hospitalar centraliza informações e auxilia na execução de rotinas administrativas por meio de recursos de validação e integração de dados.
Além disso, o software de gestão para clínicas e hospitais contribui para a organização dos processos relacionados à tabela TUSS por meio das seguintes funcionalidades:
A equipe administrativa pode registrar e codificar o exame no momento em que ele é realizado. As informações ficam disponíveis para consulta e acompanhamento ao longo do processo de faturamento.
Exames, atendimentos e registros administrativos podem ser associados aos dados utilizados no faturamento, permitindo que as equipes trabalhem com informações centralizadas durante a rotina operacional.
O sistema integra diferentes etapas da jornada do paciente. Quando o médico emite o laudo na central de imagens, as informações podem ser compartilhadas com outros setores da operação, incluindo áreas assistenciais e administrativas.
Por operar no modelo SaaS (Software as a Service), o Datasigh Web disponibiliza atualizações da plataforma em ambiente de nuvem, sem a necessidade de instalações locais complexas.
Resumindo, a integração entre autorização, atendimento, diagnóstico, auditoria e faturamento permite que as equipes trabalhem com informações centralizadas ao longo de toda a jornada do paciente.
Se você está em busca de um sistema de gestão moderno e integrado para a sua unidade, converse com um consultor do Datasigh Web e solicite uma demonstração gratuita para ver a plataforma em funcionamento na prática.
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