
Documento essencial para a boa relação entre médico, paciente e equipes de saúde, o prontuário eletrônico agiliza o atendimento, oferecendo segurança e confiabilidade. Com informações médicas de cada pessoa acessíveis com poucos cliques, esse modelo reduz erros e atrasos, além de ser mais amigável com o meio ambiente ao eliminar a necessidade de usar papéis.
O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é uma ferramenta indispensável para que os profissionais de saúde possam dar continuidade aos tratamentos de forma fluida, agindo como guia na tomada de decisões clínicas e na proteção dos direitos dos pacientes.
Mas quais são os desafios e benefícios dessa transformação digital? Continue lendo para entender.
Durante décadas, os prontuários médicos existiram em papel, acumulando volumes de arquivos que muitas vezes ocupavam salas inteiras. Esse sistema trouxe problemas como perda de documentos, dificuldade de acesso e altos custos de armazenamento. A tecnologia, no entanto, trouxe uma revolução: o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP).
Com o PEP, clínicas e hospitais digitalizaram suas operações, proporcionando acesso imediato às informações dos pacientes. O registro eletrônico elimina gargalos, melhora a comunicação entre os profissionais e reduz erros que poderiam comprometer diagnósticos e tratamentos. Segundo o Ministério da Saúde, essa modernização já é uma prática recomendada para todas as instituições de saúde no Brasil.
Além disso, o prontuário eletrônico viabiliza a integração, de forma única, entre sistemas de saúde. Isso permite que um paciente seja atendido em diferentes instituições e tenha seu histórico médico acessado rapidamente. Esse recurso é essencial em situações de emergência e em tratamentos continuados.
O prontuário médico permite que diferentes profissionais acompanhem o caso clínico com precisão, reduzindo a necessidade de exames repetidos e minimizando erros de diagnóstico. A precisão nos registros foi aprimorada a um novo nível a partir do uso do prontuário eletrônico.
A transição para o ambiente digital trouxe benefícios para a gestão de prontuários, mas também levantou preocupações sobre a segurança dos dados sensíveis dos pacientes. Por isso, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) exige que essas informações sejam armazenadas com segurança por até 20 anos.
Essa conformidade estabelece diretrizes rigorosas, como a criptografia de dados, o controle de acesso com autenticação dupla e o armazenamento em servidores seguros com backups regulares. Essas práticas visam garantir que as informações sejam protegidas contra acessos não autorizados.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) complementa essas diretrizes ao exigir que os sistemas de prontuário eletrônico sejam certificados e cumpram padrões de integridade e confidencialidade. Também cabe às instituições de saúde formarem comissões específicas para revisar os prontuários periodicamente, assegurando que os registros estejam completos e em conformidade com as normas vigentes.
Mesmo que haja uma exigência legal, a proteção dos dados médicos é uma questão ética. A garantia do sigilo e da integridade das informações necessita de medidas de segurança robustas e atualizadas. Com isso, as instituições de saúde não apenas cumprem suas obrigações legais, mas também demonstram um compromisso com os direitos dos pacientes.
Essa integração entre tecnologia, regulamentação e ética torna o prontuário médico uma ferramenta indispensável no cenário atual da saúde, promovendo eficiência e confiança em todos os níveis de atendimento.
Redução de custos: Diminuição do uso de papel, economia de espaço físico e aumento da eficiência operacional.
Sustentabilidade: Práticas mais ecológicas com a redução do consumo de papel.
Acesso Imediato: Informações disponíveis em tempo real, agilizando diagnósticos e intervenções.
Melhoria no Atendimento: Consultas mais rápidas e diagnósticos mais precisos aumentam a satisfação do paciente.
Integração: O elo entre sistemas permite acesso a informações de pacientes atendidos em diferentes instituições, salvando vidas em emergências e reduzindo custos no sistema de saúde.
O prontuário médico desempenha um papel essencial na condução adequada de casos clínicos. Ele deve incluir informações detalhadas e atualizadas sobre o paciente, registradas em ordem cronológica, com data, hora, assinatura e número de registro do médico no Conselho Regional de Medicina (CRM).
Esses registros precisam ser precisos e confiáveis, conforme determina a Resolução nº 1.638/2002 do Conselho Federal de Medicina (CFM), que estabelece o dever do médico de elaborar o prontuário para cada paciente atendido.
A elaboração desse documento deve refletir a natureza multidisciplinar do atendimento em saúde. Profissionais de diversas áreas contribuem com dados importantes que promovem uma assistência integral ao paciente. Além disso, é crucial que as informações sejam constantemente atualizadas e permaneçam sob a guarda do médico ou da instituição responsável pelo atendimento.
A Resolução nº 1.638/2002 do CFM define os itens indispensáveis que devem constar em um prontuário, seja em formato eletrônico ou físico:
Para garantir a eficiência e segurança do prontuário, é essencial adotar sistemas tecnológicos confiáveis, capacitar as equipes e realizar auditorias periódicas. Essas medidas não apenas asseguram a qualidade do atendimento, mas também protegem os profissionais e pacientes, alinhando-se às regulamentações vigentes.
O prontuário eletrônico médico representa a revolução digital que está transformando a medicina e a gestão de saúde. Ao digitalizar o atendimento, ele permite um cuidado mais personalizado, sem comprometer a eficiência e segurança. Instituições de saúde que ainda não adotaram essa tecnologia estão perdendo a chance de melhorar seus serviços e se adaptar às exigências do futuro.
A solução Datasigh Web, um software de gestão para hospitais e clínicas, é essencial nesse processo de modernização. Baseado no modelo SaaS (Software as a Service), ele elimina a necessidade de instalação e permite o acesso remoto através da nuvem, oferecendo mais agilidade e redução de custos.
Outro benefício do sistema é que ele organiza, armazena e facilita o acesso às informações dos pacientes, otimizando o uso do prontuário eletrônico (PEP) e tornando a gestão da saúde mais eficiente. Além disso, o software cumpre as exigências da LGPD, garantindo a segurança e privacidade dos dados dos pacientes, com acessos controlados e auditáveis.
Médicos e gestores de hospitais e clínicas também se beneficiam dessa tecnologia, já que o Datasigh Web oferece acesso rápido e fácil às informações da instituição, independentemente do local ou dispositivo, o que facilita a tomada de decisões rápidas e precisas.
O software ainda contribui para a otimização do fluxo de trabalho, reduzindo falhas e promovendo a eficiência. Com análises detalhadas, ele ajuda a identificar padrões e planejar ações mais eficazes.
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