Digitalização: efeito colateral que poucos sabem administrar

Homem executivo com expressão de preocupação diante do computador utilizando sistema Datasigh.

A digitalização da saúde resolveu gargalos históricos, e criou um novo risco, muito mais difícil de controlar. Um efeito colateral silencioso, que poucas instituições sabem administrar: a dependência total de sistemas digitais. Quando essa dependência vacila, ela não erra em partes. Ela falha inteira. E, antes de qualquer indicador operacional acusar o problema, o paciente sente primeiro.

Segundo a pesquisa TIC Saúde 2024, 92% dos estabelecimentos de saúde no Brasil já utilizam sistemas eletrônicos para registro de informações dos pacientes. O prontuário eletrônico, a prescrição digital, a telemedicina e a integração com farmácia e laboratório são realidade em muitas instituições.

Hospitais, clínicas e centros médicos que digitalizaram suas operações ganharam velocidade, rastreabilidade e escala. Mas também passaram a depender de um ecossistema que precisa funcionar de forma contínua, integrada e segura.

Falhas podem afetam toda a operação hospitalar

No modelo analógico, os problemas eram pontuais. Um prontuário extraviado não paralisava a farmácia. Uma prescrição errada não afetava o laboratório. Cada falha tinha um impacto limitado e um lugar específico. 

Porém, no modelo digital integrado, isso muda completamente. Quando um sistema falha, o impacto não fica restrito a um setor, ele se espalha pela instituição inteira. E, diferente de negócios mais simples, um hospital não pode simplesmente “parar tudo para fazer o ajuste”.

Sistemas de imagem, prontuário eletrônico, prescrição, laboratório e centro cirúrgico precisam funcionar o tempo todo, inclusive em contingência. Se isso não acontece, o problema deixa de ser técnico. Ele vira assistencial.

Na prática, isso significa que o médico corre o risco de prescrever um remédio sem ter conhecimento de uma possível alergia por parte do paciente. Pode ficar sem acesso a exames anteriores, que podem já ter sido realizados. Deixa de considerar diagnósticos anteriores porque a informação não está integrada. Essas são falhas que impactam diretamente a decisão clínica.

Perigo da falsa maturidade digital na saúde

gestor com a mão na cabeça olhado pilhas de livros de papel com registro hospitalar

O setor avançou na adoção de tecnologia, mas ainda não estruturou a gestão necessária para sustentá-la. 

O Mapa da Transformação Digital dos Hospitais Brasileiros 2024, que avaliou 189 instituições, aponta um índice médio de maturidade digital de apenas 46,19%. Quando o recorte é governança, o cenário é ainda mais crítico: apenas 14% dos hospitais possuem estrutura madura, com comitês de saúde digital e gestão ativa dos sistemas.

A maioria das instituições adotou tecnologia sem criar uma liderança capaz de garantir seu uso seguro e eficiente. Digitalizaram os processos, mas não fizeram o mesmo na gestão de cada etapa. Muitas ainda remendam sistemas que não se comunicam entre si.

O efeito disso chega ao atendimento ao público: o colaborador decide com base no que está disponível, não no que realmente existe. E muitas vezes, a informação está presa em sistemas que não foram projetados para compartilhar dados, tornando-a inacessível justamente quando mais se precisa.

Não é falta de tecnologia: é falta de protocolos claros

A falha não reside na ausência de tecnologia avançada, mas na falta de protocolos claros e gestão de risco. 

Aparelhos de diagnóstico por imagem, por exemplo, são tratados como vitais, mas o sistema de gestão vira um acessório. Dispositivos médicos têm suporte 24/7 e planos de crise, já o sistema que conecta prontuário, prescrição, dispensação e protocolos assistenciais costuma ser negligenciado, quando deveria ter o mesmo tratamento. É atualizado quando sobra tempo e mantido por equipes distantes da realidade do beira do leito.

A verdade é que poucos desenham o plano de contingência do prontuário eletrônico porque a maioria não se atenta que pode parar de funcionar, até que ele para. Na Saúde, a tecnologia não pode ser uma aposta, ela precisa de protocolo. A diferença entre controle e caos está na preparação para falhas.

Datasigh ajuda a evitar falhas críticas em instituições de saúde

médica de braço cruzando sorrindo ao lado de uma maca em pose de liderança feminina na saúde usando sistema datasigh

Para Gunther Morais, cofundador da Datasigh, um sistema de gestão que falha em uma instituição de saúde não é “problema de TI”, é um problema assistencial. Tratar a tecnologia como infraestrutura que merece atenção tem forte impacto na eficiência. Da arquitetura ao suporte, do modelo de operação ao nível de responsabilidade do fornecedor e da própria instituição, tudo passa a ser vital para que o ecossistema digital funcione sem interrupções.

O Datasigh Web segue essa premissa e opera 100% em cloud por meio da parceria oficial com a Amazon Web Services. Assim, ele garante alta disponibilidade, redundância de infraestrutura e padrões globais de segurança, eliminando a fragilidade dos servidores locais que param e interrompem a operação. 

Além disso, a plataforma integra todos os módulos clínicos em um único sistema, reduzindo significativamente os pontos de falha: prontuário, prescrição, dispensação, laudos e protocolos assistenciais comunicam-se em tempo real, sem depender de transferências manuais entre módulos desconectados.

“A digitalização da saúde foi inevitável e necessária. Mas transformar tecnologia em infraestrutura crítica exige mais do que implantar sistemas: exige garantir que eles sejam tão confiáveis quanto os equipamentos que sustentam o cuidado ao paciente. Esse é o nível de compromisso que o setor precisa exigir dos seus fornecedores de tecnologia”, afirma o cofundador da Datasigh.

Sobre a Datasigh

A Datasigh é uma healthtech capixaba com 25 anos de experiência, especializada em sistemas de gestão (ERP/SaaS) 100% em nuvem para hospitais, clínicas e laboratórios. Sua plataforma all-in-one Datasigh Web integra prontuário eletrônico (PEP), agendamento, faturamento, financeiro, estoque e farmácia, visando otimizar a eficiência operacional, reduzir custos e automatizar processos.


Datasigh

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